História

HISTÓRIA DE AREIA

Sertão de Bruxaxá, este foi o primeiro nome dado ao povoado que surgiu na encosta oriental da Serra da Borborema (a 618 metros de altitudes, em relação ao nível do mar), ponto estratégico que servia de apoio para os boiadeiros e tropeiros que vinham do Sertão com destino ao comércio do litoral paraibano no final do século XVII, depois veio Brejo D`Areia, devido a um riacho que se destacava pelos bancos de areia alvíssimas. E, finalmente, Areia.

A cidade existe oficialmente desde 30 de agosto de 1818. Só em 18 de maio de 1846 Areia foi emancipada politicamente. Areia foi a primeira cidade do Brasil a abolir a escravidão, embora os negros fizessem parte da estrutura econômica da região, já que a agricultura do município era basicamente voltada para a produção dos derivados da cana-de-açúcar. Através de uma campanha promovida por dois abolicionista: Manoel da Silva e Rodolfo Pires, a cidade libertou o último escravo em 03 de maio de 1888.

Areia já foi o maior município do brejo paraibano, vindo à assumir expressão econômica durante o século XVIII, através da cultura do algodão. Participou efetivamente de vários episódios revolucionários, como a eclosão da Revolução Pernambucana em 1817.

Em 1824, participou juntamente com os pernambucanos da Confederação do Equador. Na revolução Praeira tornou a Paraíba o foco das atenções principais.

Em 1873, as ruas da cidade tornaram-se cenários da revolta dos Quebra-Quilos, durante dois anos.

Areia também tem como referências, o pintor Pedro Américo; José Américo de Almeida, ex-governador da Paraíba; Dom Adauto de Miranda Henriques, 1º arcebispo da Paraíba; Elpídio de Almeida, médico e ex-prefeito de Campina Grande; Álvaro Machado, fundador do Jornal A União; e muitos outros.

Scroll to Top